3 de agosto de 2015

Yamaha lança YZF-R3 no Brasil por R$ 19.990

Pequena esportiva tem motor bicilíndrico de 321 cc e 42 cavalos
A Yamaha anunciou o lançamento da YZF-R3 para o mercado brasileiro. A pequena esportiva, equipada com motor de dois cilindros de 321 cc, chega às concessionárias da marca no segunda quinzena de setembro em três opções de cores -azul, vermelha e preta – com preço sugerido de R$ 19.990 para a versão standard. O modelo equipado com freios ABS começará a ser vendido em novembro por R$ 21.990.
Versão com freios ABS chega em novembro com preço de R$ 21.990
A R3 foi apresentada para a imprensa e para os concessionários da marca pelo piloto espanhol Jorge Lorenzo, da equipe oficial da fábrica da Yamaha na MotoGP. Atual vice-líder do Campeonato Mundial de MotoGP 2015, Lorenzo veio ao país apenas para promover a pequena esportiva, que carrega dna da linhagem YZF e um “esperto'' motor de 42 cavalos de potência máxima. Fique ligado aqui em UOL Carros, porque já aceleramos a nova R3 na pista e, em breve, traremos mais informações e as primeiras impressões sobre o novo modelo, que vem para brigar com a Kawasaki Ninja 300. (Por Arthur Caldeira)
Jorge Lorenzo, piloto Yamaha na MotoGP, veio ao País para o lançamento da R3 (foto: Arthur Caldeira)
Fonte: Infomoto

4 de maio de 2015

Ducati apresenta Diavel 2015 mais eficiente


Com design ainda mais imponente, marcado por linhas musculosas e um novo farol de LED, a Ducati Diavel 2015 desembarca agora no Brasil em duas versões. A standard, disponível somente na cor preta, custa R$ 64.900; e a Carbon, com detalhes em fibra de carbono, rodas forjadas e 5kg mais leve por R$ 74.900. Ambas são montadas em Manaus (AM) pelo sistema CKD.
Outra novidade de ambas as versões é o novo motor Testastretta 11 DS, com novo sistema de alimentação e duas velas por cilindros que proporciona uma queima mais eficiente do combustível e oferece maior torque máximo (13,3 kgf.m) e também mais força em baixos e médios giros.
Dedo da Audi
O visual atualizado da cruiser esportiva italiana, lançada no País em 2012, pode ser notado principalmente no novo conjunto óptico. O farol, agora inteiramente de LEDs teve dedo do departamento de iluminação da Audi, grupo que adquiriu a Ducati em 2011. A pequena carenagem do farol também tem novo formato que, em conjunto com as novas coberturas dos radiadores laterais, confere um ar ainda mais “musculoso” para a parte dianteira da Diavel 2015.
O guidão também é novo, assim como o assento redesenhado, o que melhorou a ergonomia da Diavel, principalmente para longas viagens. O banco está mais curvado que forma um pequeno apoio lombar para ajudar a “segurar” o piloto nas acelerações estonteantes dessa cruiser. Outra boa novidade para quem curte viajar é o marcador de combustível, agora incorporado ao painel digital com tela TFT (semelhante aos smartphones) localizado sobre o tanque. O outro painel de cristal líquido, que traz basicamente velocímetro e conta-giros, continua posicionado sobre o guidão.
Motor mais eficiente
Acelerações que estão mais eficientes com a adoção da nova versão do motor Testastretta 11° DS. Com a mesma base mecânica, os dois cilindros a 90° (um “L2”) ganharam duas velas por cilindro e um novo sistema de alimentação que melhorou a queima da mistura ar-combustível. Com isso, o motor não ganhou mais potência – continua produzindo 162 cv a 9.250 rpm -, porém agora tem mais torque máximo 13,3 kgf.m a 8.000 giros. Com os dutos de admissão e exaustão revistos, a Ducati afirma ainda que a curva de torque mudou, oferecendo mais força em baixos e médios giros.
Dotado de acelerador eletrônico (ride-by-wire), o motor conta ainda com muita tecnologia embarcada para ajudar o piloto a domar seu ímpeto. O Ducati Safety Pack oferece três modos de pilotagem, que alteram a atuação do sistema de freio ABS e do controle de tração.
No Urban, a potência é limitada a 100 cv, a resposta do acelerador é suave e tanto ABS como o Controle de Tração (TC) passam a ser muito atuantes. Ao optar pelo Touring, tem-se mais conforto para viajar, pois mesmo com a potência máxima, a resposta do acelerador é mais progressiva e o TC é ajustado no nível 3 de oito possíveis e o ABS atua normalmente. Já no Sport, o piloto precisa se segurar no guidão ao girar o acelerador que responde instantaneamente para despejar os 162 cavalos de potência. Já o TC fica no nível mínimo (1) e o ABS atua tardiamente na roda traseira, permitindo uma pilotagem esportiva e brusca.
Na parte ciclística, a Diavel continua com o mesmo chassi de aço em treliça e a longa distância entre-eixos de 1590 mm. As suspensões usam garfo telescópico invertido Marzocchi com tubos de 50 mm, na dianteira, e um monoamortecedor Sachs, também ajustável, fixado por links ao monobraço traseiro, construído em alumínio. A Diavel Standard, que tem somente a opção de cor preta, usa rodas de liga-leve e tem peso a seco de 210 kg. Já a versão Carbon, que tem detalhes em vermelho e peças em fibra de carbono, traz rodas Marchesini forjadas e é 5kg mais leve (205 kg a seco).   
Primeiras impressões
Logo ao subir na Diavel a diferença do formato e conforto do banco é notada: bem baixo (a apenas 77 cm do solo), agora a peça acomoda melhor o piloto, que apóia os pés no chão com facilidade. O motor desperta rapidamente e um novo ícone verde aparece no painel, mostrando a quantidade de combustível no tanque de 17 litros de capacidade.
Com o reservatório cheio, acabei optando justamente pelo modo Sport para esse primeiro contato com a nova Diavel por um teste de 100 km pelas estradas do interior paulista. A aceleração é brutal e o banco ajuda a segurar as costas do piloto. A aceleração é tão descomunal que, após uma lombada, acelerei de tal forma que cheguei rápido demais à próxima curva e fui obrigado a recorrer aos bons freios com pinças monobloco Brembo que mordem enormes discos de 320 mm de diâmetro, na frente; e um disco de 265 mm na traseira com pinça de dois pistões.
No modo Sport, o ABS atua mais tardiamente na roda traseira, que começou a escorregar. Foi praticamente um aviso da Diavel: “não abra o acelerador de uma vez em qualquer reta, não!”. Afinal, a moto tem uma aceleração de 0 a 100 km/h em 2,7 segundos.
Ao cruzar algumas cidades, alterei para o modo Urban – mudança que pode ser feita em movimento, já que basta apertar um botão no punho esquerdo e fechar o acelerador. Dessa forma, pode-se notar que, de fato, o novo motor melhorou o comportamento em baixos giros, sem tantos engasgos e sem pedir muitas reduções no câmbio de seis marchas. Mais uma melhoria bem-vinda que aprimorou a usabilidade da nervosa Diavel.
No geral, a moto continua a mesma cruiser esportiva, divertida e mais fácil de pilotar do que seu porte parrudo aparenta. Uma boa opção para quem procura uma cruiser confortável e com comportamento esportivo para desfilar por aí.  

Ficha Técnica
Ducati Diavel/Diavel Carbon 2015
Motor: dois cilindros em “V” a 90°, 8 válvulas, comando desmodrômico, duas velas por cilindro e refrigeração líquida
Diâmetro x Curso: 106,0 X 67,9 mm
Taxa de compressão: 12,5:1
Capacidade: 1198,4 cm³
Potência Máxima: 162 cv a 9.250 rpm
Torque Máximo: 13,3 kgf.m a 8.000 rpm
Sistema de Alimentação: Injeção Eletrônica
Partida: Elétrica
Câmbio: 6 velocidades
Embreagem: Deslizante com acionamento hidráulico
Transmissão final: por corrente
Suspensão Dianteira: Garfo telescópico invertido (upside-down) Marzocchi com tubos de 50 mm e 120 mm de curso, totalmente ajustável
Traseira: Amortecedor Sachs fixado por links ao monobraço, com 120 mm de curso e totalmente ajustável
Freio Dianteiro: Disco duplo flutuante de 320 mm, com pinça radial monobloco Brembo de quatro pistões e ABS 
Traseiro: Disco simples de 265 mm com pinça flutuante de dois pistões e ABS
Rodas: De liga leve de alumínio (Diavel) e de alumínio forjado Marchesini (Carbon) - 3.50 x 17’’ (D); 8.00 x 17’’ (T)
Pneu Dianteiro: 120/70- ZR17
Traseiro: 140/45- ZR17
Quadro: Treliça em aço tubular
Altura do Assento: 770 mm
Distância Mínima do Solo: não disponível
Dimensões (Comprimento x Largura x Altura): 2.257 mm x não disponível x 1.280 mm
Distância entre-eixos: 1.590 mm
Tanque de Combustível: 17 litros
Peso (a seco): 210 kg (Diavel)/ 205 kg (Carbon)
Cores: Preta (Diavel) e Fibra de carbono com detalhes em vermelho (Carbon)
Preço: R$ 64.900 (Diavel) e R$ 74.900 (Diavel Carbon)
Fonte: Arthur Caldeira - Agência Infomoto/ Fotos: Divulgação

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31 de março de 2015

Kawasaki Ninja H2, de 210 cavalos, chega ao Brasil por R$ 120 mil

Baseada na H2R de pista, modelo possui motor de 998 cc com compressor.
Moto tem pintura que utiliza prata e apêndices que lembram "asas".


Kawasaki H2 (Foto: Rafael Miotto/G1)

A Kawasaki lançou nesta segunda-feira (30) a inédita Ninja H2 no Brasil, moto esportiva que foi revelada no Salão de Milão 2014.  O modelo possui o mesmo motor de 4 cilindros e 998 cc com compressor da NINJA H2R versão para pistas mas, para poder rodar nas ruas, baixou de 310 cavalos para 210 cavalos de potência. A moto chega em julho, importada, por R$ 120 mil. De acordo com a marca, serão trazidas 28 unidades para o país.

Com desenho futurista, a H2 possui pintura com prata de efeito refletivo e apêndices nas carenagens, que lembram pequenas "asas".
Utilizando uma reação química, a prata é utilizada no material que cobre a superfície da motocicleta, criando uma espécie de espelho.

Motor com compressor
De acordo com a empresa, o motor funciona em conjunto com câmbio de 6 marchas e possui a ajuda de um "quick-shifter" para a troca de marchas sem o uso de embreagem.
O peso em ordem de marcha da moto é de 238 kg e seu tanque pode levar até 17 litros de combustível.
Apesar de ser uma moto moderna, a inspiração para a H2 foi buscada no passado da Kawasaki. O modelo com motor 2 tempos e 748,2 cc, a Mach IV 750, que também carregava o nome H2. Devido à extrema aceleração que a moto oferecia, a fabricante resolveu utilizar este nome novamente.

Kawasaki H2 (Foto: Rafael Miotto/G1)

Outro sinal de nostalgia da moto está no símbolo utilizado em sua dianteira: a "River Mark", um emblema da Kawasaki que data de 1870. Este logotipo foi utilizado pelo fundador da empresa, Shozo Kawasaki, em seus primeiros navios.
Controles eletrônicos
Mesmo que a H2 fique distante dos mais de 300 cavalos da H2R,  ainda existe muita força para ser controlada. Segundo a fabricante, o compressor de ar ajuda a proporcionar grande torque para a moto.
Para controlar isso, a moto possui diversos adventos eletrônicos, como controle de tração, freios ABS e controle de freio motor. Pela primeira vez, uma moto da marca possui uma balança do tipo monobraço.
Kawasaki Ninja H2 tem apêndices que lembrar pequenas "asas" (Foto: Divulgação
Fonte: G1.com - Rafael Miotto